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Iniciativas dos Sócios
Isabel Antunes

Annabela Rita

Margarida Fonseca Santos

José Miguel Lopes - Oeiras
ATRIBUIÇÃO DOS PRÉMIOS DE REVELAÇÃO APE/BABEL - 2010

A direcção da Associação Portuguesa de Escritores informa que admitiu ao concurso dos Prémios de Revelação
APE/Babel - 2010, obras de 90 autores, 71, na modalidade Poesia, e 19, em Ensaio Literário.

O júri, constituído por José Correia Tavares, que presidiu, Ana Marques Gastão, Miguel Real e Serafina Martins,
deliberou premiar: em Poesia, por decisão maioritária, “Geometrias do Desejo”, de Helena Carvalho; e, em
Ensaio Literário, por unanimidade, “Do Paraíso”, de Ivo Lima do Carmo.
Este concurso, não etário e para trabalhos inéditos em livro, garante a publicação dos prémios pela Babel, empresa editorial sua patrocinadora.


João Barrento recebe o Grande Prémio de Ensaio
“Eduardo Prado Coelho APE/C. M. de Vila Nova de Famalicão

O Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho”, vai ser entregue no dia 4 de Maio, pelas 14h30, a João
Barrento, pelo seu livro “O Mundo está cheio de Deuses - Crise e Crítica do Contemporâneo” (Assírio e Alvim),
na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão.

A cerimónia conta com a presença do Presidente da Associação Portuguesa de Escritores, Dr. José Manuel
Mendes, do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Arquitecto Armindo Costa, do Porta-voz
do júri, Prof. Doutor José Carlos Seabra Pereira, e do premiado, Prof. Doutor João Barrento.

O júri, nesta terceira edição, relativamente aos livros publicados em 2011, foi constituído por José Carlos
Seabra Pereira, Luísa Mellid-Franco e Margarida Braga Neves.

Este prémio no montante de 7.500 euros, com o patrocínio integral da Câmara Municipal de Vila Nova de
Famalicão, já distinguiu nas edições anteriores Victor Aguiar e Silva e Manuel Gusmão.

               Prémio Vida LITERÁRIA APE/CGD

                   atribuído a João Rui de Sousa

   Foto Fernando Bento
Poeta e ensaísta, nasceu em 1928, em Lisboa, no bairro de Campolide. Depois de concluído, em 1946, o curso da Escola Prática de Agricultura D. Dinis (Paiã, Odivelas), exerceu funções profissionais, por largos anos, num organismo de coordenação económica. Em 1964 licenciou-se em Ciências Históricas e Filosóficas, pela Faculdade de Letras de Lisboa. A partir de 1982 e até à sua aposentação em 1993, trabalhou como investigador na área de espólios literários da Biblioteca Nacional.
Dirigiu em 1955 – acompanhado por António Carlos, António Ramos Rosa, José Bento e José Terra, todos eles ligados à revista Árvore, extinta compulsivamente pela PIDE em 1953 – a revista Cassiopeia, onde, com dois poemas e um ensaio, fez a sua estreia literária.
Escreveu sobre avultado número de poetas portugueses, como Cesário Verde, Fernando Pessoa, Almada negreiros, Edmundo de Bettencourt, Adolfo Casais Monteiro, Mário Saa, Vitorino Nemésio, José Gomes Ferreira, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner, Mário Dioniso, Eugénio de Andrade, Carlos de Oliveira, José Saramago, Mário Cesariny, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, Natália Correia, António Ramos Rosa, Luís Amaro Helberto Helder, António Maria Lisboa, Ruy Belo, Pedro Tamen, Fiama H. P. Brandão, José Bento, Fernando Guimarães, Albano Martins, Ernesto Melo e Castro, Manuel Alegre, Fernando Assis Pacheco, António Osório, Maria Teresa Horta e António Salvado, entre vários outros.
Participou em muitas colaborações em jornais e revistas. Tem feito parte dos júris de numerosos prémios literários. Muito diversificadas tem sido também as suas participações em sessões, encontros, festivais e congressos nos mais variados pontos do país, como no estrangeiro.
Foi premiado com a Obra Poética (1060-2000), pelo PEN Clube Português e pelo Centro Português da Associação Internacional dos Críticos Literários e com a obra Quarteto para as Próximas Chuvas, com o Prémio de Poesia «Teixeira de Pascoaes» (Amarante) e «António Ramos Rosa) (Faro).

Benefícios Sociais do Escritor
A Associação Portuguesa de Escritores procurou sempre, a par da iniciativa cultural e das realizações que lhe são próprias segundo os Estatutos, agir no sentido de melhorar as condições pessoais, de trabalho e projecto, dos seus membros.

Para aderir a este programa dos benefícios sociais dos escritores é fundamental ter pago a quota anual. O encargo é de € 5,00 (destinados à emissão de cartão e à aquisição do livro do BSE).

Fica um desafio, apelamos à participação activa dos associados  permitindo desse modo, um enriquecimento e alargamento dos benefícios angariados até ao momento.
          Ciclo Bulhão Pato - 100 Anos Depois
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCRITORES
EVOCA BULHÃO PATO, 100 ANOS DEPOIS

Em Agosto de 2012 completam-se cem anos sobre a morte de Bulhão Pato. A Associação Portuguesa de Escritores vai assinalar a efeméride com um programa que integra duas palestras e um jantar.

Guilherme d’Oliveira Martins e José Manuel Mendes irão abordar o tema “Bulhão Pato o Homem e o Escritor na Literatura, do seu e nosso tempo” na sessão inaugural, que terá lugar no Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, no dia 5 de Junho, pelas 18h30.

Este evento, coordenado por Luís Machado, encerra no auditório da Livraria Ferin, em Lisboa, com uma intervenção de José Manuel de Vasconcelos, em torno da “Literatura e Gastronomia”. A referida sessão, calendarizada para 26 de Junho, às 18h30, será complementada com um singular jantar, no Restaurante Belcanto, onde será saboreada uma ementa de Bulhão Pato. O menu, a escolha das iguarias e a confecção dos pratos são da responsabilidade do Chefe José Avillez e do escritor Luís Machado.

Recorde-se que Raimundo António de Bulhão Pato nasceu em Bilbau, a 3 de Março de 1829, e faleceu em 21 de Agosto de 1912. Considerado como uma das últimas vozes do Romantismo Português, Bulhão Pato, discípulo dilecto de Alexandre Herculano, legou-nos uma importante obra literária, onde se destacam os livros: “Flores Agrestes”, “Canções da Tarde” e “Paquita”. O brilho e o rigor da evocação de factos, a análise das figuras humanas e o relato de eventos históricos de que foi contemporâneo tornaram Bulhão Pato num memorialista por excelência. Nas suas memórias, para além da evocação de nomes ilustres da sua geração, o escritor deixou-nos um expressivo retrato da vida portuguesa da segunda metade do século XIX.

As sessões programadas para o Centro Nacional de Cultura (Rua António Maria Cardoso, 68) e Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70) têm entrada livre. O Jantar no Restaurante Belcanto (Largo de São Carlos , 10) é sujeito a marcação prévia, dada a capacidade limitada da sala, e tem um custo unitário de 25 euros.

“Bulhão Pato, 100 Anos Depois”, mereceu o apoio do Centro Nacional de Cultura, Antena 1, Antena 2, Quinta das Bágeiras e Restaurante Belcanto.
Bulhão Pato, 100 Anos Depois

- Dia 5 de Junho de 2012

- Dia 26 de Junho de 2012

Jantar Evocativo - Bulhão Pato
100 Depois